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Morre Ricardo Flores, referência na cena da música eletrônica de SC; empresário foi sócio da GreenValley

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O empresário e publicitário Ricardo Fiuza Flores, ex-sócio da casa noturna GreenValley, foi encontrado morto dentro de um apartamento em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, na madrugada da quinta-feira (27). A morte foi confirmada pela casa noturna e por amigos nas redes sociais.

No estado catarinense, ele é considerado um dos nomes mais influentes da música eletrônica.

Em nota, a casa de música eletrônica lamentou a morte de Ricardo Flores. “Recebemos com tristeza a notícia do falecimento de Ricardo Flores, que fez parte da nossa história e contribuiu para um capítulo importante da nossa trajetória. Manifestamos nossos sinceros sentimentos à família e aos amigos, desejando força e acolhimento neste momento tão difícil”.

O empreendimento foi fundado em 2007. Entretanto, Ricardo entrou no negócio anos depois e deixou o quadro societário em 2015.

De acordo com o 12º Batalhão de Polícia Militar, Ricardo foi encontrado na madrugada da quinta, já sem vida no imóvel e sem sinais aparentes de violência. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Científica, responsável pelos procedimentos periciais e demais providências cabíveis.

GreenValley

GreenValley é uma boate em Camboriú, em Santa Catarina, no Brasil. Foi fundada em 2007 como uma grande festa em uma tenda em um aeródromo na selva, mas desde então cresceu e se tornou ‘uma boate na selva do tamanho de um festival’, e é conhecida por incorporar a floresta tropical brasileira em seu estabelecimento.

Em 2012, entrou pela primeira vez no top três das casas noturnas do mundo, segundo a DJ Mag, ficando em terceiro lugar. A partir de 2013, foi eleita a casa noturna número 1 do mundo pela revista cinco vezes, incluindo, em 2020, o segundo maior número de vezes que uma casa noturna alcançou esse feito na história do ranking da revista.

Os anos em que foi classificada como número um incluem 2013, 2015, 2018, 2019, e o já mencionado 2020, quando foi nomeada para o Top 3 das casas noturnas do mundo pelo décimo ano consecutivo.

Em junho de 2020, o clube foi parcialmente destruído pelo ciclone “bomba” de 2020. Após o desastre, a administração do clube afirmou que não tinha certeza se a boate voltaria a funcionar devido à extensão dos danos.

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